quarta-feira, 2 de setembro de 2015

A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA

INTRODUÇÃO
Para que o processo de socialização se constitua é necessário um conjunto de valores e concepções de uma cultura.Esse processo se inicia na família e percorre a vida passando pela escola,grupos religiosos,comunidades e prosseguindo por toda a vida do indivíduo.              
Sobre os diferentes processos de suas vidas,considerar o ponto de vista das crianças faz-se importante,pois  não só nas condições de existência ou na história de grupos são relevantes, mas também existe a necessidade de uma visão de socialização como resultado de um processo individual.E neste processo considera-se muito importante a  socialização na escola.
A escola exerce um papel muito importante na vida dos educandos,construindo conhecimentos que permitam os mesmos a se apropriarem dos bens culturais produzidos pela sociedade ao longo da história.
Sistematizar esses conhecimentos históricos é a função social da escola,para isso faz-se necessário constituir nesse processo educativo, dinâmicas de socialização e cultura.Seguindo essa direção,afirma-se que a educação tem a capacidade de formar cidadãos críticos e atuantes numa determinada sociedade.
Quando se fala de uma educação formadora de cidadãos críticos, estamos falando de uma educação que privilegia processos educativos com a finalidade de promover o diálogo,a solidariedade,a tolerância,a autonomia e o respeito mútuo.Isso permite a formação inicial da pessoa que a permiti se posicionar frente ao mundo.
Para que ocorra a construção da base inicial de vivência de sua cidadania, faz-se importante oportunizar a essas crianças e adolescentes,o desenvolvimento de um espaço formativo de interações sociais capaz de levar esses a compreenderem-se a si mesmo e ao outros,enquanto sujeitos sociais.
Outras instâncias socializadoras coexistem relacionando-se de forma dinâmica e de interdependência, sendo essas: a família, a escola,as instituições religiosas , as mídias,entre outros.Considerando assim,o processo de socialização um espaço plural.
Este trabalho busca uma reflexão sobre o processo de socialização que ocorre na escola, demonstrando a função social da escola , a importância da construção do conhecimento por meio da relação entre os indivíduos.
O PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO
 “É o próprio fato de viver que torna necessárias as passagens sucessivas de uma sociedade específica para outra e de uma situação para outra”. (Van Gennep)
 No início da vida de todo ser humano,alguns  instintos são providos pelo corpo que são importantíssimos à sobrevivência:como chorar,realizar necessidades fisiológicas,movimentos motores;sempre necessitando da presença de seres humanos.
Com o passar do tempo a criança começa a perceber e tomar consciência de se e dos outros,interagindo com um mundo que já existia antes dele.Dai por diante,percebe-se que há um ajuste gradual aos padrões culturais de um mundo que apresenta uma maneira de agir e pensar anteriores ao nascimento,e que são passados através de um longo processo que vai do nascimento ate parte da vida adulta.
 “Para os grupos, assim como para os indivíduos, viver é continuamente desagregar-se e reconstituir-se, mudar de estado e de forma, morrer e renascer.É agir e depois parar, esperar e repousar, para recomeçarem seguida a agir, porém de modo diferente”.  (Van Gennep)
Socialização é o termo que pode ser compreendido por esse processo pelo qual o indivíduo assimila e aprende as regras básicas do modo de vida de uma sociedade.
O processo de socialização acontece mediante a interiorização da cultura de determinada organização social em que o individuo nasce e cresce.           
Kanaane destaca que: Quando as regras, valores morais e hábitos penetram no indivíduo fazendo parte de seu mos indivíduos, ao se relacionarem com diversos ambientes, o fazem segundo parâmetros preestabelecidos, na tentativa de delinearem condutas que, muitas vezes, são reflexos de suas interações familiares e demais experiências sociais. Ao mesmo tempo, ao estabelecerem relações com o ambiente de trabalho, projetam expectativas e valores oriundos de suas classes sociais, sendo altamente influenciados por tais determinantes.
 Existem diferentes organizações sociais,mudando assim os conteúdos e formas de socialização,cada organização com sua cultura e maneira própria de transmissão.      Destaca-se também que dentro de uma mesma sociedade pode haver diferentes conteúdos e formas de socialização,um exemplo disso é o Brasil com sua diferentes regiões,cada uma com seu sotaque,culturas e modos diferentes de vida.
Em qualquer espaço pode ocorrer esse processo de socialização,e a ação de alguns agentes são importantíssimos,como:a família,a escola,grupo de amigos,meios de comunicação,e a religião.Esses espaços  realizam a interiorização dos padrões culturais de uma sociedade propiciando a aprendizagem dos modos de vivência nos quais o indivíduo está inserido.
A família é o primeiro espaço de socialização,e é nesse espaço que as primeiras regras são apresentadas  afim de inserir no indivíduo valores e maneiras de se comportar socialmente.
Outras regras são apresentadas na escola somados a tudo que já se aprendeu na família,sendo essas: novas relações com um grupo de amigos ampliando a relação interpessoal,influência de meios de comunicação e religião.
A seguir vamos priorizar o processo de socialização na escola,como acontece e os mecanismos desse processo,analisando o caráter plural e complexo que esse assunto aborda.
EDUCAÇÃO E SOCIALIZAÇÃO
 Compreende-se a educação como um processo social, podendo contribuir para uma sociedade crítica, democrática, planejada, mantida pelos próprios indivíduos que a compõem.
Em tempos primitivos, a aprendizagem social e educativa se dava com a inserção participativa das crianças em atividades da vida adulta,processo que se tornou ineficaz devido as mudanças ocorridas pela sociedade,a diversificação de funções da vida e a aceleração do desenvolvimento das comunidades.
Nestes tempos de mutações profundas e de incerteza acentuada, deve-se investir muito na educação, facilitando assim o emprego, despertando as mentes e as consciências diante dos novos desafios, facilitando o acesso à cultura e reduzindo a exclusão. A educação é o melhor investimento social. (POURTOIS; DESMET, 1999, p. 46).
 Fez- se necessário então,a especialização  do processo de educação e de socialização ,surgindo o sistema de escolarização obrigatória para as sociedades contemporâneas.
De acordo com a  Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes da educação nacional:
Art.1º  A educação  abrange  os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.
§ 1º  Esta Lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias.
§ 2º A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social.
O objetivo central dessa  sociedade é a preparação para a participação no trabalho e na vida pública,e a escola é especificamente requerida como instância principal nesse processo,escola que tem como função garantir a sobrevivência na sociedade através da reprodução social e cultural.
A família,os grupos sociais,entre outros,também são instâncias diretas nesse processo influenciando a reprodução social,mas cabe a escola introduzir as ideias e os conhecimentos de como funciona o sistema de organização e os modos de conduta que a sociedade requer de um adulto.
 “se a educação fosse meramente reprodutora não haveria necessidade de existirem, para além da instituição da família, as instituições escolares, uma vez que a família parece cumprir perfeitamente o papel reprodutor de um conjunto de hábitos, costumes e tradições”. (WALZER, 1999 p.53)
A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA
 A escola apresenta uma estrutura que visa á socialização do indivíduo, dentro de uma realidade construída com regras e conhecimentos estabelecidos e institucionalizados.
No espaço escolar , a troca de experiências é possível,como também as diferenças,tendo então que entender como lidar com as mesmas.Nesse espaço há oportunidades para aprender e também ensinar,somando conhecimentos e realizando trocas válidas e importante para o desenvolvimento cognitivo e interpessoal.
 Na escola o processo de socialização remete-se a uma produção da arbitrariedade cultural dominante de preparação para o mundo do trabalho e esse não é um processo linear, mas sim, processo complexo e sutil com contradições e resistências individuais e grupais.
A escola é um cenário vivo de interações de troca explícita de ideias, valores e interesses diferentes.
 A escola exerce um papel importante na consolidação do processo de socialização sendo determinante para o desenvolvimento e, portanto, para o curso posterior de sua vida. É na escola que se constrói parte da identidade de ser e pertencer ao mundo e se adquire os modelos de aprendizagem através da aquisição dos princípios éticos e morais que permeiam a sociedade. Na escola depositam-se as expectativas, bem como as dúvidas, inseguranças e perspectivas em relação ao futuro e às suas próprias potencialidades.
A escola não só intervém na transmissão do saber científico organizado culturalmente como influi em todos os aspectos relativos aos processos de socialização, como o desenvolvimento das relações afetivas, a habilidade de participar em situações sociais, a aquisição de destrezas relacionadas com a competência comunicativa, o desenvolvimento da identidade sexual, e da própria identidade pessoal.
Refletir sobre um currículo que valorize a interação social e  atenue  as
diferenças faz-se  necessário  para  levar em consideração que o aluno a prende muito além do currículo. Neste sentido, estabelecer um parâmetro curricular implica compreender:
 1. A seleção e a organização dos conteúdos do currículo.
Concretamente, o que se escolhe e o que se omite da cultura pública da comunidade e quem tem o poder de selecionar ou intervir em sua modificação.
2. O modo e o sentido da organização das tarefas acadêmicas, bem como o grau de participação dos alunos na configuração das formas de trabalho.
3. A ordenação do espaço e do tempo na aula e na escola. A flexibilidade ou rigidez do cenário, do programa e da seqüência de atividades.
4. As formas e estratégias de valorização da atividade dos alunos.
Os critérios de valorização, assim como a utilização diagnóstica ou classificatória dos  resultados e a própria participação dos interessados no processo de avaliação.
5. Os mecanismos de distribuição de recompensas como recursos de motivação extrínseca e a forma e grau de provocar a competitividade ou a colaboração.
6. Os modos de organizar a participação dos alunos na formulação, no estabelecimento e no controle das formas e normas de convivência e interação.
7. O clima de relações sociais presidido pela ideologia do individualismo e da competitividade ou da colaboração e solidariedade. (SACRISTAN, 1998, p.18).
Diante destes apontamentos entende-se a importância de novas pesquisas e propostas que tenham como objetivo compreender o papel da escola no processo de socialização do indivíduo, considerando a educação no seu sentido mais amplo. Considera-se a ação de educar não só como o processo de ensino-aprendizagem, mas também, o processo de constituir indivíduos críticos, socializados, com conhecimento pleno daquilo que é importante ser, enquanto indivíduos, e daquilo que o mundo espera de si, enquanto pessoas éticas, plenamente integradas no espaço em que estão inseridas.
Uma das funções sociais da escola é preparar o cidadão para o exercício pleno da cidadania vivendo como profissional e cidadão. Pode-se delinear esta preparação não como apenas o repasse aos alunos dos conteúdos constantes nas matrizes, mas preponderantemente no fato de que o aluno deve interagir com seu meio ao estudar (TORRES 2006 p.52). 
Obviamente, estamos falando de uma escola que apresente uma educação que privilegia os processos educativos que tenham como objetivo formar cidadãos críticos e atuantes numa determinada sociedade. Uma escola que não discrimina, que promove o diálogo, a solidariedade, o respeito mútuo, a tolerância, e, sobretudo, a autonomia dos sujeitos envolvidos.
 Devemos inferir, portanto, que a educação de qualidade é aquela mediante a qual a escola promove, para todo o domínio dos conhecimentos e o desenvolvimento de capacidades cognitivas e afetivas indispensáveis ao atendimento de necessidades individuais e sociais dos alunos. (LIBÂNEO, 2005, p. 117).
 Diante aos desafios modernos e primitivos, a escola apresenta o poder de facilitar a socialização entre indivíduos e conscientizar a busca de novas formas de relações em suprimento das relações individualistas.
 Afirma Almeida: [...] além de promover a socialização, ou seja, preparar as pessoas para o mundo cambiável em que vivemos, a individualização pressuposta nos mecanismos educacionais, ao mesmo tempo em que evita decretar o que é certo ou verdadeiro e provocar sua manifestação, consiste no exercício de “agitar” os estudantes e incitar-lhes a dúvida sobre a imagem que têm de si e da sociedade em que estão inseridos e, nesse movimento, desafiar o consenso prevalecente. Os professores seriam, assim, intelectuais que ajudam a assegurar que a consciência moral de cada geração seja diferente da geração anterior. (2009, p. 74).
CARÁTER PLURAL E COMPLEXO DO PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO NA ESCOLA
Os objetivos do processo de socialização,são tratados com consenso de várias correntes da sociologia da educação,sendo esses objetivos a incorporação no mundo do trabalho e a intervenção na vida pública.
A incorporação no mundo do trabalho é dita como sendo a principal função da escola.
A escola deve preparar o indivíduo para a vida adulta e pública, e para isso deve intervir mantendo dinâmica e o equilíbrio nas instituições com regras de convivência que compõem a humanidade.
Para isto a escola assume as vivas contradições que marcam as sociedades contemporâneas desenvolvidas.
Considerando a escola como lugar de transformações é importante valorizar a matéria prima a ser trabalhada, quanto mais diversificada melhor. A pluralidade cultural da clientela, seus valores e preferências, combinados com o conhecimento sistematizado da escola, oportuniza a construção de um ambiente de trocas culturais, isto é, de socialização permanente.
A escola deve transformar-se numa comunidade de vida e, a educação deve ser concebida como uma contínua reconstrução da experiência. Comunidade de vida democrática e reconstrução da experiência baseadas no diálogo, na comparação e no respeito real pelas diferenças individuais, sobre cuja aceitação pode se assentar um entendimento mútuo, o acordo e os projetos solidários. O que importa não é a uniformidade, mas o discurso. O interesse comum realmente substantivo e relevante somente é descoberto ou é criado na batalha política democrática e permanece ao mesmo tempo tão contestado como compartilhado. (BERNSTEIN, 1987,  p. 47, apud SACRISTÁN, 1998, p.25)
 3 - OS MECANISMOS DE SOCIALIZAÇÃO NA ESCOLA
A forma com que a escola tem sido descrita mostra a mesma como um processo de transmissão de mensagens e de doutrinamento ideológico,selecionando e organizando conteúdos de aprendizagem.Mas esse foco ampliasse a medida que a sociologia e a psicologia da educação leva a compreensão de que os processos de socialização na escola acontecem mediante as práticas sociais estabelecidas.
Através das interações sociais que ocorrem na sala de aula,os alunos assimilam ideias e conhecimentos.Os conteúdos do currículo, que são transmitidos, são aprendidos para a necessidade de passar nas avaliações ,enquanto os mecanismos de aprendizagem,normas e valores ,estendem  além do campo da escola,induzindo o indivíduo a uma forma de pensar e agir em suas relações sociais no mundo do trabalho e na vida pública.
O tipo de estrutura de tarefas acadêmicas trabalhada na sala de aula e a forma que se adquire a estrutura de relações sociais ,são o mecanismos de socialização na escola que mutuamente inter-relacionados de forma a conceber a atividade escolar requer uma estrutura de relações sociais compatíveis.
Alguns aspectos quanto ao desenvolvimento do currículo são importantes,dentre eles,a seleção e a organização dos conteúdos,a ordenação do espaço e do tempo na aula e na escola,a valorização das atividades dos alunos,distribuição de recompensas como recurso de motivação.
Esse processo de socialização é complexo apresentando contradições individuais e grupais,muitas vezes movimentos de resistências minam os processos de aprendizagem pretendidos.A escola dificilmente pode provocar atitudes e comportamentos tão diferenciados a ponto de satisfazer as exigências do mundo do trabalho assalariado e ao mesmo tempo as exigências do trabalho autônomo.
As exigências do mundo do trabalho com outras exigências da vida social,política,consumista,e da convivência familiar,dificulta o processo de compatibilização da escola.
A função educativa da escola ultrapassa a função reprodutora de socialização,já que o conhecimento particular dos alunos provem do conhecimento público de ciência,filosofia,cultura ,arte...
CONCLUSÃO
Ao logo do trabalho foi visto que a sociedade, escola e família tem grande importância na formação do homem como ser social. Que ambos devem trabalhar juntos.
Sendo assim, muitas vezes a escola fica com essa função social de preparar esse aluno para conviver nessa sociedade adotando esses alunados e os problemas que com eles vem juntos.
A escola é uma instituição social com objetivo especifico: o desenvolvimento das potencialidades físicas, cognitivas e afetivas dos alunos por meio de aprendizagem de conteúdos (conhecimentos, habilidades, procedimentos, atitudes, e valores) que, alias, deve acontecer de maneira contextualizada desenvolvendo nos discentes a capacidade de tornarem-se cidadãos participativos na sociedade em que vivem. Tendo a escola um grande desafio, fazer do ambiente escolar um meio que favoreça o aprendizado, onde a escola deixe de ser apenas um ponto de encontro entre pessoas e passe a ser, além disso, encontro com o saber com descobertas de forma prazerosa e funcional.Portanto a escola deve oferecer situações que favoreçam aprendizado, onde haja sede em aprender, o professor deve buscar meios para compreender  o seu aluno e como ajuda-lo.  Através de um ensino onde os alunos aprenda respeitar a diversidade cultural e a capacidade desses sujeitos, as experiências existentes volta-se para a construção de uma educação política – libertadora capaz de instrumentalizar os segmentos populares não apenas para ler criticamente a palavra, mais acima de tudo, pra pensa, intervir, transformar, participar conscientemente da realidade social e política que condiciona-los historicamente. Em outras palavras, ler criticamente o mundo.     
REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Felipe Quintão de; BRACHT, Valter; GOMES, Ivan Marcelo. Bauman e a educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.
BERGER,PETER L;LUCKMANN,Thomas.A construção social da realidade.26.ed. Petrópolis: Vozes,1985.
OLIVEIRA, Pérsio  Santos de.  Introdução à Sociologia:  ensino médio. 2. Ed. São Paulo: Ática, 2011.
GENNEP, Arnold Van. Os ritos de passagem. Petrópolis: Vozes, 1978.  
KANAANE, Roberto. Comportamento humano nas organizações: o homem rumo ao século XXI. 2ª edição. São Paulo: Atlas, 1999.
LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA J. F.; TOSCHI M. S.; Educação escolar: políticas estrutura e organização. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2005. (Coleção Docência em Formação)
WALZER, Michael. Da tolerância.São Paulo:Martins Fontes,1999.p.53
TORRES, Suelli .Uma Função Social da Escola.http://www.fundacaoromi.org.br/fundacao/nei/projetos. Acessado em 20 de junho de 2014.
POURTOIS, Jean-Pierre; DESMET, Huguette. A Educação pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1999. http://www.ucs.br/etc/conferencias/index. Acessado  em 21 de junho de 2014

 SACRISTAN, J. Gimeno. & GÓMEZ, A. Pérez.  Compreender e transformar o Ensino. Porto Alegre: Artmed, 1998.

Nenhum comentário:

Postar um comentário