sexta-feira, 2 de outubro de 2015

A EDUCAÇÃO NA ERA DIGITAL

 Este artigo têm por objetividade esclarecer sobre a inovação das diversidades existentes com relação a influência da comunicação na educação escolar da época Contemporânea através da internet , sendo que a mesma é necessária interagir e socializar e não resistir as mudanças, provocada para a resistência ao tradicional. A comunicação se perde e começa a não ter mais objetividade e contexto da continuidade, torna-se desinteressante sem atratividade, e têm precisão de que aconteçam o elo para as práticas pedagógicas e métodos centralizado no discente, trabalhando com informação e formação do discente e mudanças de posturas do cidadão, dando a liberdade de expressão, sem banalizar para construção do senso crítico, político, social e não a exclusão na globalização; tendo em vista, a importância da busca, com recursos tecnológicos, seleção e uso eficaz do conhecimento, em detrimento do simples acúmulo de informações, todas estas são demandas comuns ao ensino. Palavras-chave: Educação, Comunicação, recursos tecnológicos.
INTRODUÇÃO
Tendo em vista, de que é importante as mudanças de como sobreviver ao novo dimensionada com a educação para o resgate que estimula auxiliando em todas as dimensões do ser humano. Onde precisa acreditar-se, para estar no melhoramento de nosso sistema educacional, e paralelamente, teremos os recursos para o desenvolvimento que provocará o crescimento do nosso país. Entendedores de que, as tecnologias na educação são fatores que aconteçam por si diversas inovações, onde fortalecem para o desempenho do aprendizado, mesmo sendo pontual, essa tentativa inserem novas potencialidades e habilidades aos profissionais. Tendo como pretensão e objetividade o avançamento em todas as áreas de entendimentos e conhecimentos, por isso não pode ser banalizado as formas de utilidade quanto a relação de diversas pesquisas e o bom uso da internet, ao adentrar na comunidade escolar dentro da escola, o docente precisa ter em mente o compromisso e responsabilidade para assumir esse desafio de uma formação continuada, que permita a ele se apropriar de vivências, metodologias que possam contribuir com o seu papel. Conhecedores de que, com as evidências de contextos da atualidade auxiliaram nas contribuições da internet, e a mesma têm feito na atualidade, atuante na educação escolar e as universidades, não são diferentes e estão cada vez pesquisando e estudando as diversidades instrumentais com relação aos recursos, entendo de que o atraso se torna ultrapassado e venha frustar e derrotar com relação às demais. O presente têm se apresentado que, o distante no aspecto geográfico se tornou algo desconsiderado, portanto, portanto, do ponto de vista cultural, econômico, da educação continuada, das diferentes formas de pensar e sentir, do acesso e domínio, ou não, das tecnologias da comunicação. E o ser humano da atualidade não consegue viver sem interagir, compartilhar e comunicar. Com a formação e a informação, mais recente revolução tecnológica tende se comportado com atratividade em todos os aspectos. Atingido de forma ilimitado da voz e da imagem interagindo e socializando, na indução, de nova forma de pensar e de se relacionar o jovem no contexto atual.
A COMUNICAÇAO NA INTERNET AUXILIA UMA NOVA EDUCAÇÃO ESCOLAR
“ A Metodologia pode ser considerada como método em ação, onde os princípios do método (atitude inicial, básica, de percepção da realidade e suas contradições) estarão sendo mencionados na realidade da prática educacional. (...) Todavia, para que a metodologia cumpra este objetivo da ampliação da consciência é fundamental que ela tenha uma origem nos conteúdos de ensino; considere as condições objetivas de vida e trabalho dos alunos e professores; utilize competentemente diferentes técnicas para ensinar e aprender os conteúdos (...)e os diferentes meios de comunicação ( FUSARI, 1988, pp. 18-19)1. Ao longo tempo, a história, em suas diversas políticas educacionais foram reservadas com a intenção de ser apresentada a estratégia mais eficiente de transmissão para o conhecimento. Sabedores, de que, uma missão docente conteudista e, por consequência, uma missão discente reprodutora, onde permaneceu inquestionável até pouco tempo atrás. A nova geração da humanidade esta gerando diversos conflitos e questionamentos, o porque desse processo, quando têm resistência a não viver uma escola tradicional, e a decoreba nem pensar, portanto, nas últimas décadas, porém, com o aumento das produções humanas em progressão geométrica e com vertiginoso crescimento do fluxo informacional, graças ao avanço dos meios de comunicação de massa, tal visão vem sendo questionada. Sabedores de que, através dos questionamentos, incertezas, pesquisas, desassossegos na vida escolar dentro das instituições educacionais é que provocaram uma série de propostas educacionais. E devendo ficar entendido de que se precisa acompanhar o novo e inovar tudo de acordo com a realidade vivida da humanidade, o ambiente escolar não pode deixar se levar pelo tradicional enraizado em uma verdade absoluta sem evolução do ambiente escolar. E percebe-se que ao Trabalhar com o novo na educação, e não exclui a inovação esta sendo democrático e ensinando com qualidade, grande riqueza a construção na formação do aluno cidadão com o senso crítico, independente e preparado para enfrentar os desafios que se tem no cotidiano, e maturidade na socialização de uma sociedade. E observadores de que, o processo ensinar aprender e aprender ensinar, tem uma magia, que é o ensino aprendizagem, esta interagida em toda fundamentação de participação, entendedores de que um corpo é necessário, ao se fazer os usos com todos os membros, portanto a educação não é e nem será diferente, ela tem a necessidade de realizar os trabalhos em equipe quando se envolve no processo, tendo em vista, de que esse envolvimento dependerá da comunidade escolar interagida com a sociedade, assim como os gestores, alunos, família e sociedade. Na ambiência escolar a metodologia educativa inclui as escolhas profissionais do professor quanto aos assuntos em suas temáticas, contextualizados e a serem trabalhados com os alunos nos meios de comunicações. E não podendo deixar de salientar as determinações de métodos educativos, ou seja, de trajetórias pedagógicas (com os procedimentos técnicos, e proposições em suas diversas atividades inovadas de acordo com a realidade do nível e amadurecimento do aluno), para os alunos fazer, apreciar e analisar os temas trabalhados. E através dos meios de comunicação escolares na atualidade, é necessário que ocorra a produção com os diversos materiais didáticos e “mídias”, já produzidos, contendo as informações e possibilitando comunicações em suas diversidades culturais assim como: livros, textos, gráficos, quadros, rádio, televisão, DVD, CD, filmes, passeios aos museus, aos mercados, fotografias atuais e antigas, vídeos, multimídias, etc. Conhecedores de que, a necessidades dos materiais didáticos, se faz precisões e devendo ser selecionados para o uso comunicacional durante a relação educativa (presencial ou a distancia) entre professores e alunos; articulando-se aos objetivos, conteúdos, métodos propostos para as aulas e aos demais componentes da trama curricular. Quando é preciso que o uso pedagógico de combinações entre essas “mídias” nas atividades escolares esteja sempre sendo avaliado. Haja vista, de que , os meios de comunicação de massa utilizam técnicas comunicacionais modernas, dinâmicas e atrativas que atraem nossos jovens, em pouco tempo. As informações são veiculadas em tempo real; as pessoas se interagem num espaço virtual que se constitui praticamente numa dimensão paralela á real; e a escola não pode estar alheia a todas essas inovações. Sabedores de que quando se fala em mudanças não se pode evitar posturas como receios, bloqueios, reações e traumas. Com os estudos de modelos comportamentalistas e suas influências na comunicação escolar sejam relativamente recentes, as práticas educacionais nunca se afastaram muito, ao longo de sua história, de uma relação pedagógica baseada em castigos e recompensas. Onde na escola tradicional, o discente era um mero ouvinte passivo, com apenas obrigações e sem direitos algum, onde tinha que captar atentamente as lições “derramadas” por seu mestre. E o passado, com relação a muitos dos estudiosos críticos, justos e preocupados com a qualidade da educação na humanidade, é que vem trabalhando e buscando através das pesquisas cientificas, para que possa ocorrer a justiça e dignidade na formação do aluno cidadão, com o poder do senso crítico, politicamente, socialmente e economicamente. Devemos salientar, de que a internet, as redes, o celular, a multimídia estão revolucionando nossa vida no cotidiano. Cada vez mais são resolvidos os problemas conectados, a distância. Tendo em vista, de que na educação sempre é colocado dificuldades para mudança, sempre ocorrem as justificativas para a inércia ou vai mudar mais os equipamentos do que os procedimentos. Onde lembrar, e estar atento, de que a educação de milhares de pessoas não pode ficar mantida na prisão do tradicional e resistência ao inovado, na asfixia e na monotonia em que se encontra. Está muito engessada, previsível, cansativa. Precisamos ser conhecedores de que, ao auxiliar apoiando, as interações e socializações das tecnologias, onde pode ser realizado as diversas atividades no ensino-aprendizagem de formas diferenciadas ás de antes. E com isso, podendo aprender e ensinar estando juntos próximo em lugares distantes, sem necessidade de estar sempre juntos numa sala, para que isso aconteça. Observadores, de que, mesmo com os preconceitos receosos, de que virtualmente e as atividades a distância sejam pretexto para baixar o nível de ensino para aligeirar a aprendizagem. Com dependência exagerada de como é realizado, com relação ao profissionalismo e ética de quem esta a frente, e de como é direcionado as condições educacionais, de uma equipe no modo de pensar e executar o trabalho com a humanidade na educação. E o convívio virtualmente esta se tornando quase tão importante como a conivência presencial. Onde a ambiência educativa escolar precisa de uma sacudida, de um choque, de arejamento. Isso só se consegue com uma gestão administrativa e pedagógica mais flexível, com tempos e espaços menos predeterminados, com modos de acesso a pesquisa e de desenvolvimento de atividades mais dinâmicos. Entendedores de que, é preciso que, ocorra o entendimento em que a hora chegou, a partir das soluções mais adequadas com o aluno da atualidade. E os adultos e os status quatitativo, em nome da realidade, mas na verdade nos apavoramos diante da mudança, do risco do fracasso. Porém o fracasso não está bem na nossa frente? Quantos alunos iriam a nossas aulas senão fossem obrigados? Há maior fracasso do que este? Manter o currículo e as normas, tal como estão na prática é insustentável. E diante do histórico ocorrido e vivenciado, é que, as secretarias de educação precisam ser mais proativas e incentivar mudanças, flexibilização e criatividade. Tendo em vista, de que os docentes, discentes e gestores, tende o poder de acompanhar e avançar alem com relação a organização e serem flexíveis, aulas diferentes. Onde a rotina e repetição, a previsibilidade é uma arma letal para a aprendizagem. Sendo que a monotonia da repetição esteriliza a motivação dos alunos. Conhecedores, de que são muitas opções que fortalece aos diversos instrumentos com recursos a disposição direcionando os caminhos de como aprender e para ensinar. Entendedores, de que, com a chegada da internet dos programas que gerenciam grupos e possibilitam a publicação de materiais estão trazendo possibilidades inimagináveis vinte anos atrás. E temos observados com a resposta dada até agora, ainda é muito morosa, onde cada professor se sente a vontade de realizar as aulas do seu jeito, sem buscar artifícios das melhorias com relação as atratividades das aulas, de acordo com a realidade do aluno no mundo em que vivem, sem uma política institucional mais ousada, corajosa, estimulada de mudanças. Devemos salientar que devemos estar atento para a realidade e concreticidade com relação a evolução, mudanças em nossas propostas, aprender fazendo. Na atualidade que se vivem, os alunos são obrigados a ir a um local para aprender. Em outros momentos, isso era um contrasenso. E o importante é que gostem de aprenderem de diversas maneiras, motivados, usando as potencialidades, de estar juntos e de estar em rede. Se faz necessário, de que os alunos sintam vontade, desejo e prazer com a comunicação online, da pesquisa instantânea, onde de tudo acontece “just in time”, naquele rapidamente o resultado de uma pesquisa em tempo real na sala. Haja vista, de que, há necessidade de mais laboratórios com acesso a Internet, é possível realizar uma parte do processo de aprendizagem a distância/conectados. E os alunos sem esse acesso poderiam fazer essas mesmas atividades nos laboratórios. Ao salientarmos, precisamos perceber de que todos os que estão interagidos com a educação precisam conversar, planejar e executar ações pedagógicas inovadoras, com as devidas cautelas, aos poucos, mas firmes e sinalizando mudanças. Sempre haverá professores que não querem mudar, mas uma grande parte está esperando novos currículos esperando novos caminhos, o que vale a pena fazer. Se não os experimentamos, como iremos a aprender? E os docentes compromissados, sensibilizados, compromissado e responsável com a liderança na educação, tendo com isso, um passo para evolução, na construção de uma educação de qualidade bem próxima, e deve ter em mente de que, através das comunicações, não basta tentar remendos com as atuais tecnologias. Ë necessário que se faz muitas coisas diferentemente. E precisa saber quando chega aos limites que é tempo de mudanças devido a verdade, e vale a pena fazê-lo logo, chamando os que estão dispostos, incentivando-os de todas as formas entre elas a financeira dando tempo para que as experiências se consolidem e avaliando com equilíbrio o que está dando certo. Sendo que as experiências devem serem somadas e jamais divididas,tendo como propostas, resultados de uma inovadora educação escolar com vidas e movimentos, a educação não pode parar no tempo e se tornar fracassada e ultrapassada, os nossos discentes precisam serem informados e formados com objetividades e clareza do mundo em que o rodeiam e produz para novos horizontes, essa nova geração são os frutos próximos do nosso pais . Haja vista, de que, o docente têm nas mãos um grande leque de opções metodológicas, de possibilidades de organizar sua comunicação com os alunos, de introduzir um tema, de trabalhar com os alunos presencial e virtualmente, de avaliá-los. Cada docente tem como encontrar sua maneira mais adequada de interagir as diversas tecnologias e procedimentos metodológicos. Mas precisa saber da importância ao ampliar, que aprenda a administrar as maneiras de comunicação/ interpessoal/grupal e as de comunicação audiovisual/ telemática. Não se trata de dar receitas, porque as situações são muito diversificadas. É importante que cada docente encontre o que lhe ajuda mais s sentir-se bem, a comunicar-se bem, ensinar, ajudar os alunos a que aprendam melhor. Devendo dar importância nas diversificações e as maneiras de dar aula, de realizar atividades, de como avaliar. Onde devem ficarem atentos, de que o ensinar e aprender exige hoje muito mais flexibilidade espaço-temporal, pessoal e de grupo, menos conteúdos fixos e processos mais abertos de pesquisa e de comunicação. Uma das dificuldades da atualidade e conciliar a extensão de informação, a variedade das fontes de acesso, com o aprofundamento da sua compreensão, em espaços menos rígidos, menos engessados. Temos informações demais e dificuldade em escolher quais são significativas para nós e conseguir integrá-las dentro da nossa mente e da nossa vida. Tendo em vista, de que a aquisição da informação, dos dados dependerá cada vez menos do professor. Tendo em vista que as tecnologias podem trazer dados, imagens, resumos de maneira rápida e atraente. O professor tem o papel- principal- que é ajudar o aluno a interpretar esses dados, a relacioná-los, a contextualizá-los. E o docente se torna um facilitador, que procura ajudar a que cada um consiga avançar no processo de aprender. Mas tem os limites do conteúdo programático, do tempo de aula, das normas legais. Ele tem uma grande liberdade concreta, na forma de conseguir organizar o processo de ensino-aprendizagem, mas dentro dos parâmetros básicos previstos socialmente.Onde os gestores, assim como , o diretor, coordenador tem nas tecnologias, atual, um apoio indispensável ao gerenciamento das atividades administrativas e pedagógicas. O inicio da era da informática ocorreu antes na secretaria do que na sala de aula. Sabedores de que neste momento há um esforço grande para que esteja em todos os ambientes e de forma cada vez mais integrada. Não tem como separar o administrativo e o pedagógico: ambos são necessários. Tendo em vista, de que o discente, não é unicamente nosso cliente que escolhe o que quer. Sendo que o discente é um cidadão em desenvolvimento. Existe também a interação entre as expectativas dos alunos, as expectativas institucionais e sociais e as possibilidades concretas de cada professor. O professor procura facilitara fluência, a boa organização e adaptação da aula a cada aluno, mas há limites que todos levarão em consideração. E a personalidade do docente é decisiva para o bom êxito do ensino-aprendizagem. Muitos não sabem explorar todas as potencialidades da interação. Com mais uma instrumentalizações das tecnologias nos dá a permissão de componente á educação que é a autodidática. Nos permitindo que podemos somara uma um percentual ao nosso favor com relação a compreensão e entendimentos nas diversas áreas de conhecimentos e envolvimentos do individual, uma formação de comunidades por interesse - que chamamos de didática colaborativa – e, por fim, ela também permite a didática, que é alguém realmente ensinando, transmitindo conhecimento, imagine que, atualmente, um professor bem graduado que dá aulas na maior e de alto nível em uma faculdade do Brasil pode dar aulas para pessoas do Brasil inteiro além da sua sala de aula. Haja vista, que somente com a tecnologia nos pode ser permitido dessa forma . Sendo que assim podemos concentrar os recursos de especialização e transmiti-la para os diversos lugares a partir deste único núcleo. É uma revolução no mundo. Quando comecei a trabalhar na área, dizia que a tecnologia era só um meio, mas tenho pensando e debatido com grupos que, além disso, ela é um meio que está mudando completamente a maneira do homem se relacionar, viver e trabalhar. Não é só um meio, pois ela está trazendo mudanças e devemos incorporar estas mudanças de comportamento em todas as instâncias ao novo processo de formação. Enquanto na escola queremos produzir uma situação propícia para o ensino-aprendizagem, os meios de comunicação estão reproduzindo situações reais, que se não têm muito que ver com o ensino, têm a ver e muito mais com a facilitação da aprendizagem. Como revelava um estudo nos Estados Unidos, os MCM motivam uma aprendizagem `antecipatória´, quando provêm os receptores de condutas, atitudes e maneiras de comportar-se em situações novas, não vividas antes. [...] Estamos então frente ao desafio da relevância entre o que faz a Escola e o que oferecem os MCM às crianças para a sua vida diária (GOMEZ, 1997, p. 60)2. E precisamos reconhecer de que, a tecnologia influência o conteúdo, o currículo e tudo será objeto de formação. O emprego de meios auxiliares fornece precioso apoio ä aprendizagem, por estimular os diversos sentidos do aluno. Da mesma forma, as novas tecnologias agradam aos jovens, criados nesse contexto eletrônico. Portanto, com o estímulo ao emprego de recursos tecnológicos tem gerado certos exageros, não apenas pela concepção errônea da obrigatoriedade de seu uso, como pelo emprego indiscriminado e, por vezes, baseado em uma prática pedagógica anacrônica. Os meios devem ser utilizados e constituem importante apoio á atividade docente. OS TRES PRINCÍPIOS BÁSICOS: A existência da pertinência do meio empregado com o conteúdo; Com as objetividades, público e outras considerações relativas á aula/instrução; E o entendimento, conhecimento e a habilidade técnica de quem o empregará; e o caráter subalterno do meio, quando comparado á aprendizagem.
 CONSIDERAÇÕES FINAIS
E através de conhecimentos com as buscas e suas pesquisas de livros, jornais, internet e outros artigos, na visão de que o profissional da educação precisa oportunizar qualidade e inovações no processo ensino aprendizagem, e entender de que aulas deve serem interessantes e atrativas para o aluno, onde pode ter a perspectiva e possibilitar melhor formação do aluno cidadão, sendo que o mesmo terá senso mais crítico e de mudanças com evolução, onde poderá ter uma sociedade mais justas; pensando neste ponto de vista, é que surgiu a idéia de anexar proposta para reflexão dos profissionais na área da educação com relação a influência da comunicação na escola atual; Onde os profissionais da educação precisam estar interado sobre os conhecimentos das riquezas que esses meios podem trazer, e os objetivos a serem alcançados, tendo em vista de que todos os gestores, professores e alunos devem trabalhar em equipe, e com isso poderão estar trazendo a evolução e riqueza de uma educação com qualidade, assim como: Com a montagem de uma sala cinematográfica, e logo após a seção do filme, precisa ser interpretado com as dramatizações, através da escrita, debate e a própria gincana com os alunos em equipe; De onde pode acontecer a criação de uma rádio comunitária onde os alunos irão expor os acontecimentos na comunidade escolar; e suas idéias de evolução com senso crítico e concretização dos seus ideais; E nas buscas diversas através das pesquisas em suas diversificações na Internet( em grupos) buscando os mistérios e as maravilhas da comunicação online, com desenhos, músicas, poesias, teatros, filmes e formatação de produções adquiridas pelos próprios alunos da escola; após exposições dos trabalhos realizados e confeccionados teoricamente e na praticidade; fazendo a relação do abstrato e concreto, fictício e real; Com as criações de salas para oficinas, onde poderão serem confeccionados os vestuários de figurinos para montagem dos grupos teatrais e os diversos objetos laboratorial; E procurando buscar as lideranças para criar o jornal escrito da comunidade com patrocínios dos alunos e empresários vizinhos; onde o aluno terá o direito de expor os pontos positivos e negativos dentro do ambiente em que se relaciona; e abrindo espaço dando do aluno para exercer bem o papel de cidadania, iniciando os passos pelo seu mundo da comunidade escolar; Ao idealizar e realizar um recreio diferente (os discentes), na comunidade escolar, onde poderá realiza concursos ou mesmo as descobertas de talentos da comunidade escolar, e também com os objetivos de desenvolverem com eles melhores formações para a descobertas de seus valores, habilidades e potenciais, com relação ao seu mundo artístico, através das músicas, danças e até mesmo incentivá-los nas suas próprias criações, etc... REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
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 COLL, Cesar S, Aprendizagem escolar e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artes Médicas Médicas, 1994.
 DELORS, Jacques, Educação: Um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 1998.
 FUSARI, José Cerchi, O papel do Planejamento na Formação do Educador. São Paulo,
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GOMEZ, Guilhermo Orozco, Professores e meios de comunicação: desafios e estereótipos. Comunicação & Educação, São Paulo, n. 10, p. 57-68, set./dez. 1997.
 LÉVY, Pierre, As tecnologias da inteligência; o futuro do pensamento na era da informática, Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.
 LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da Escola Pública: A Pedagogia Crítico-Social dos Conteúdos. 6ª ed. Loyola, São Paulo: 1984. Coleção Educar.
MARCONDES FILHO, Ciro. Televisão: A vida pelo Vídeo. 13ª ed. Moderna, São Paulo:1996. Coleção Polêmica, p.119.
 MORAN, José Manuel, aprendendo a viver, São Paulo: Paulinas, 1999.
REVISTA COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO. USP, Ed. Moderna, n.º 08.

REVISTA FORMA & CONTEÚDO. N.º 02, agosto, 1990.

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